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CRIANÇAS E INOCENTES INDÍGENAS PRIMEIRO

18 mar
A estada do presidente francês Monsieur Sarkozy em Brasília no sete de setembro de 2.009, onde assistiu ao lado do presidente Lula à célebre parada da independência, deve ter causado estranheza, por que o representante de um país do quilate da França teria que ser recebido com toda a pompa e circunstância que o cargo merece. O que não aconteceu.

Sarkozy chegou de supino, numa visita estranha. Rapidamente, o Palácio do Planalto numa tentativa de desfazer dúvidas, esclareceu à imprensa, que o presidente francês aqui viera na qualidade de mascate da indústria aeronáutica do país, para nos oferecer os caríssimos caças Rafale.


Concomitante, espalhou-se na imprensa de que haveria outras duas empresas uma americana e uma sueca, que teriam preços menores e maior capacidade, autonomia, etc.

Esse assunto consumiu e ainda consome páginas e páginas de nossos jornais e um tempo inútil, gastos com uma matéria que não vai dar em nada, pois arrasta-se pelos desvãos do governo há mais de quinze anos e envolve bilhões de reais, que o país não tem.

Se assim é, o que teria feito Sarkozy largar a linda Paris e a não menos linda Carla Bruni, para assistir a uma patriótica parada militar, tão a gosto de países terceiro-mundistas?

Agora, sabe-se que o mandatário francês aqui esteve com duas missões de deixar arrepiado qualquer brasileiro de bom-senso patriótico e que não tinham nada a ver com compra de aviões. O buraco era muito mais embaixo.

A primeira missão do ilustre visitante foi a empurroterapia, praticada a rodo pelos balconistas de farmácia. O marido da Carla Bruni, com todo respeito, numa operação considerada suspeitíssima comprara da multinacional Aventis, oitenta milhões de doses da vacina contra a gripe suína, assim batizada pelo marketing do laboratório para popularizá-la.

Ocorre que tal quantidade de vacina seria suficiente para imunizar quase uma vez e meia a população francesa, estimada em sessenta milhões de habitantes e os casos notificados de incidência da gripe não atingiriam meio por cento dos franceses, daí as críticas.

Sob pressão das autoridades, o gaulês pensou num país do Terceiro Mundo, onde a imprensa é conivente, as autoridades desinteressadas e o povo encabrestado, para desovar tão inconveniente muamba.

O Brasil por razões óbvias foi o escolhido e comprou tão incômodo elefante cor de rosa, afinal “La vie em rose”, como diria Edit Piaf.

A segunda missão do francês, para fazer jus às origens, foi empregar o lema da Revolução Francesa – liberdade, igualdade e fraternidade. Assim, o Brasil ficaria com sessenta milhões de doses, que correspondem à imunização de um terço da população e a França com vinte milhões, que serviriam para imunizar o mesmo terço de franceses.

Negócio fechado, o governo Lula iniciou maciça propaganda para incentivar o povo a aceitar mais este que parece ser um absurdo cometido em nome da saúde.

Sempre fomos daqueles que viram na internet um meio não muito confiável para captar-se informações. Tudo o que circula na net tem que ser visto com reservas. No entanto, o caso da gripe suína foi por nós acompanhado tanto na imprensa nacional, no noticiário internacional e também pela internet e causou-nos estranheza desde o início.

As primeiras notícias sobre a gripe vieram do México e teriam ocorrido a cinqüenta quilômetros da fábrica da Aventis, que produz a vacina. Quase que ao mesmo tempo, o governo Lula anunciou a destinação de cento e quarenta milhões de reais para o combate da doença (no México?!).

Recentemente divulgou-se que a Organização Mundial de Saúde (órgão da ONU) estaria sendo interpelada no Tribunal Internacional de Haia, sobre a sua atuação, que claramente beneficiaria o laboratório fabricante da vacina.

E ainda, num vídeo que circulou abertamente em vídeos e sites, a ministra da saúde da Finlândia faz acusações pesadíssimas aos laboratórios farmacêuticos, que tem muito de teoria conspirativa.

Por tudo isso, não vamos a cúmulos de iniciar uma campanha absurda contra a vacinação, mas daríamos uma sugestão valiosa: por que o presidente da república, acompanhado da primeira da dama e de todo o primeiro escalão – Ministro da Saúde à frente – não dá o exemplo, deixando-se vacinar?

Seria didático e tranqüilizador, o que não acontece se crianças e inocentes indígenas forem vacinados primeiro. É de se pensar…

Luiz Bosco Sardinha Machado
 
OPINIÃO DO LEITOR
 
Meu caro Sardinha
Que ingênuo vc…
Sugerir ao cara tomar vacina primeiro… com TV e escambau…
Quaquaquá…
Seria ainda mais encenação… e não passaria de truque… de golpe… e no lugar da vacina, injetariam glicose… e… este isopor inteiro seria de glicose… ou de cachaça.
Até parece que vc acabou de nascer… e ainda acredita em mentiroso compulsivo.
Acorda, meu caro, acorda…
HEB[ ]s
Fendel

 
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Publicado por em março 18, 2010 em Uncategorized

 

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