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Mário Novello comprova: Deus não criou o Universo

23 jul

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Big Bang ou Universo Eterno?

Cientista brasileiro Mário Novello prova: Big Bang não é

o começo de tudo e o Universo é eterno e não tem criador.


O novo livro do cientista brasileiro Mário Novello — DoBig Bang ao Universo Eterno — é leitura obrigatória não só parafísicos e cosmólogos como ele, mas para o leigo. O trabalho trata da nova e fantástica constatação científica de Novello, de ataque fulminante ao Big Bang. Novello acaba de derrubar a noção segundo a qual o Universo originou-se do Big Bang, a explosão primordial que teria ocorrido há bilhões de anos, a partir de um ponto singular.


A comprovação de Novello — já aceita pela comunidade científica internacional — está não no livro, mas na mais conceituada publicação da área, a Physics Reports (volume 463, número 4, de julho de 2008 e disponível no site www.sciencedirect.com).
A Physics Reports só divulga trabalhos depois de devidamente avalizados pelos mais renomados cientistas que ela mesma designa para tanto. A nova comprovação de Novello serve como guia para este seu novo  livro — escrito de forma didática até para estudante de colegial entender. O livro detém-se nas motivações que levaram o autor a derrubar a falsa noção do Big Bang como sendo a origem de tudo.

Para Novello — e é isto que ele acaba de provar cientificamente —,não houve um único momento de criação nos moldes do Big Bang. Segundo sua comprovação, o Big Bang  foi apenas um ponto de passagem derivado de outros fenômenos ocorridos no Universo e não deve ser identificado como  ponto primordial que teria dado origem a tudo que existe.

Ao exibir as razões pelas quais  o Big Bang foi apenas ponto de passagem, Novello demonstra  ientificamente também que não houve um começo singular e único de origem de tudo. E que o Universo é eterno e infinito no tempo, portanto, não tem origem, posto que tudo ele não passa de momento de transição, ou seja, tudo no Universo vem o infinito e vai para o infinito. O Universo é processual, comprova Novello.

O cientista demonstra cientificamente ainda que, se o Universo é eterno e infinito no tempo — ou seja, se não houve esse “instante de criação” —, vêm também do eterno e do infinito tais pontos de passagem como o Big Bang. Em suma, se o cientista prova que o  Universo não tem origem e é eterno, fica claramente demonstrado queo Universo também não teve criador. Estava certo Lavoisier ao dizer que nada se cria, tudo se transforma.

Embora não o mencione em seu livro, Novello põe por terra, assim, a hipótese criacionista do design inteligente, segundo a qual uma inteligência superior — Deus — teria sido responsável pela Criação. Ou seja, Deus pode até existir, mas não é, em absoluto, o criador do Universo, uma vez que este sempre existiu, jamais foi criado.

Em seu livro, Novello vai ainda mais longe. Mostra por que a noção do Big Bang (como momento de condensação máxima capaz de justificar e explicar a grande explosão) fez tanto sucesso e conquistou até mesmo a comunidade científica, tornando-se ideia hegemônica. Segundo o cientista, a percepção de que o Big Bang teria dado origem ao Universo a partir do nada acabou por consagrar a noção metafísica segundo a qual houve um Criador e ele é Deus.

“Esse modo de descrever a criação, os momentos iniciais do Universo” — o modo que teria se originado do Big Bang, diz Novello em seu livro — “tem seu análogo em diversas religiões que identificam em suas cosmogonias o tempo mítico/mágico no qual os deuses se debruçaram para além de suas atividades usuais a fim de empreender a criação do mundo”.

Novello lembra ainda, no livro, que o cenário do Universo eterno, que ele já comprovou e apresentou como científico, só nos últimos dez anos começou a tomar corpo no meio acadêmico, em oposição ao modelo do Big Bang. Dois parágrafos na contracapa do livro explicam  o que pretende Novello com essa sua nova publicação:

“Nas últimas décadas, a ideia de que o Universo teve origem num momento de condensação máxima ocorrido há poucos bilhões de anos foi bastante difundida. Embora produzida no contexto da ciência,
essa descrição tornou a forma de um mito de criação do mundo semelhante às antigas cosmogonias de base religiosa.

“Neste livro inovador e necessário, o premiado cosmólogo Mário Novello, examinando as mais recentes pesquisas e observações astronômicas, explica por que esse modelo conhecido como Big Bang jamais deveria ter assumido o papel hegemônico que a ele se atribuiu.

E analisa as condições que tornaram possível o surgimento de outros cenários, entre eles o do Universo eterno dinâmico, em que sua origem é deslocada para um tempo remoto.”

 Abraços a todos, Tom Capri.
 
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Publicado por em julho 23, 2010 em Uncategorized

 

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